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Blog da Guaranita

Moda com propósito e responsabilidade social

18 de setembro de 2018

Sustentabilidade, responsabilidade social, empoderamento e inclusão são conceitos que têm se unindo cada vez mais no mundo da moda para dar vida a novos projetos e marcas de roupa que merecem nosso aplauso e atenção. Caso da Yevu. Criada em 2013, a marca nasceu com a australiana Anna Robertson que, após um ano trabalhando em um departamento governamental em Gana, percebeu a necessidade de criar oportunidades de trabalho com melhor rendimento para as mulheres locais proverem de forma sustentável suas famílias e comunidades.

 

 


Reprodução Yevu; Desire Clarke

Algumas das peças da coleção 2017 da Yevy, produzidas em Gana e vendidas mundialmente.

 

 

Decidiu, então, dar início a uma linha de roupas socialmente consciente, feita de forma colaborativa em Gana por essas mulheres – 30% delas mães solteiras – que recebem treinamento tanto técnico como administrativo para ajudar no desenvolvimento do negócio. Também vêm de micro-empresas locais, com proprietárias mulheres, os tecidos com as tradicionais estampas africanas, feito com cera.

 

 

Veja vídeo da marca
 

 

 

Atualmente, 170 famílias dependem da renda gerada pela Yevu (palavra que em Ewe significa “mulher branca”), que significa um montante quatro a cinco vezes maior do que o que recebiam no passado.

As peças são vendidas para o mundo todo por meio do website da marca (yevuclothing.com) e de lojas temporárias em grandes centros internacionais, como Melbourne e Sidney, na Austrália, e Londres, onde o design vibrante e contemporâneo das roupas são valorizados, abrindo ainda mais oportunidades para que eles operem como “parte de uma cadeia de valor internacional”, como aponta o site da empresa.

No Rio de Janeiro, o designer Rafa Joaquim, deu início a um trabalho igualmente engajado e cheio de propósito com a marca Ttrappo. Nascida em 2012 a partir do brechó que Rafael mantinha em casa, a grife tem como propósito prolongar a vida útil das peças garimpadas, transformando e significando-as em algo completamente novo, que conversasse com a beleza e as raízes do movimento negro.

 

 


Reprodução Instagram

Algumas das peças criadas e resignificadas por Rafael Joaquim para a marca Ttrappo.

 


“Nós negros, jovens designers e empreendedores, estamos preocupados em trazer às nossas criações visibilidade à estética afro-brasileira. Não queremos mais alfabetizar as grandes marcas brasileiras na questão racial, então estamos criando o nosso! Descobrindo que temos talentos em nossas favelas e fazendo um trabalho lindo e autêntico", disse o jovem designer em entrevista ao movimento #FeitonoBrasil.

Desenhada por Rafael, toda a produção é feita em Realengo, pelas mãos de três costureiras do bairro ou, quando a produção é maior, por mulheres da cooperativa Costurarte, no bairro de Santa Cruz.

Vendo ações assim dá um orgulho danado de ser brasileiro, né?

 

 

 

 


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