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Blog da Guaranita

Tie-dye renovado

11 de dezembro de 2019

Um antigo método de tingimento de tecido, com registros desde o século VI, é uma das febres do momento, na moda. Estamos falando do tie-dye (em inglês, “amarrar e tingir”): técnica de amarrar tecidos e, depois, jogar diferentes corantes sobre eles, que ficou bastante popular nas décadas de 1960 e 1970. Na época, o movimento hippie fez desse estilo de estampa – com cores fortes em espiral e aspecto psicodélico – uma de suas bandeiras estéticas.

 


Crédito: Desfile Chlóe Primavera 2019



De tempos em tempos, esse estilo de tingimento volta a fazer rasantes nas passarelas internacionais, como se viu no desfile de Primavera 2020 da italiana Alberta Ferretti. Antes, na temporada de Primavera 2019, as grifes Chloé e Prada também investiram na tendência. A marca de Miuccia Prada, aliás, levou o tie-dye até para as bolsas, fazendo assim com que peças de aparência “feitas em casa” fossem parar nas mãos das mulheres mais chiques do mundo.

 


Desfile Spring 2020 de Alberta Ferretti

 

 


 


Desfile Primavera 2019 da Prada


 

Aliás, uma das possíveis razões para o retorno do tie-dye é exatamente esta: uma vontade do consumidor de ter peças únicas e, assim, reafirmar um estilo pessoal e original. Outro fator que pode ter impulsionado o retorno desse estilo de tingimento é a maior valorização das coisas feitas artesanalmente versus a moda massificada do fast fashion. Afinal, com um pouco de informação, é possível reproduzir a técnica em casa!

Vale lembrar que os processos de produção podem variar. Resumidamente, os desenhos são produzidos por meio de tingimento irregular de partes do tecido. Antes do tingimento, para se conseguir os efeitos do tie-dye, as peças são enroladas e amarradas firmemente com barbantes, de maneira que a superfície receba a cor de maneira desigual.

Por aqui, a tendência pegou sobretudo as marcas de moda praia, como a Triya, que dedicou boa parte de sua nova coleção ao tema. Confira a seguir algumas fotos.
 



Crédito: Reprodução Instagram Triya

 


Já a Cia. Marítima utilizou processos artesanais para criar a estamparia tie-dye que dá forma à parte da coleção. As peças foram amarradas para, depois, passarem pelo processo de tingimento – como se faz tradicionalmente. Segundo a marca, uma única peça leva cerca de 30 horas para ficar pronta. Depois de tingidas, as peças ainda passam por uma lavagem manual, para, então, secarem ao ar livre.
 



Reprodução: Instagram Cia. Marítima
 


A Cavalera, marca de streetwear, levou o modismo aos guarda-roupas dos meninos, em camisetas supercoloridas e vibrantes. A marca, inclusive, usou como base um estoque antigo de camisetas, adicionando a técnica de “upcycling” (em inglês, “reutilização”) à tendência




Reprodução: Instagram Cavalera

 


E aí? Animadx para tentar reproduzir a técnica em casa? Confira já na seção Tutoriais diversos passo-a-passos!

 

 

 


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