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Blog da Guaranita

Vida longa ao Tie-Dye

08 de março de 2018

Vai ano, vem ano e o tie-dye segue firme na moda. Ainda hoje associada ao movimento hippie a técnica de amarrar (tie) e tingir(dye) tem sua origem com as civilizações antigas da África, Ásia e América do Sul (especialmente no Peru). Mas foram mesmo os jovens americanos dos anos 60, em busca de paz e amor após as inúmeras baixas da guerra do Vietnã que popularizaram o estilo que permitia associar diferentes misturas de cores de forma psicodélica à possibilidade de personalizar suas próprias roupas. Tornando a moda um dos símbolos do protesto.

 

 


Reprodução BRAG
Janis Joplin, musa da geração hippie era das principais adeptas das peças tie-dye

 

 

Iniciado na Califórnia, o movimento que pregava a não-violência cruzou rapidamente todo o país com a ajuda e adesão de grandes artistas da época como Janis Joplin, Jimmy Hendrix, Joe Cocker, Santana, Joan Baez, Creedence, The Who e Greatful Dead, desfeita apenas em 1995, após a do líder Jerry Garcia.

Com uma legião de fãs devotados, que viajavam atrás da banda para assistir ao maior número de shows possíveis – auto-intitulados deadheaders –, a banda foi uma das principais responsáveis pela disseminação do “estilo hippie”. Isto é, das camisetas, calças, bandanas e coletes tingidos com estampas psicodélicas, dos vestidos de patchwork, das calças boca de sino e dos jeans rasgados e desbotados que eram vendidos pela “família Dead” para custear os frequentes deslocamentos dessa comunidade de espírito livre, com hábitos e gírias próprias, pelos Estados Unidos. Entre eles para o Festival de Música e Arte de Woodstock, que atraiu mais de 400 mil pessoas para três dias de shows e espetáculos em uma fazenda no estado de Nova York, em 1969, e se tornou o maior símbolo da contracultura.

 

 


Reprodução Urban Outfitters 
Viajando por todos os cantos do país, os “deadheads”, fãs da banda de rock Greatful Dead, ajudaram a disseminar a moda hippie pelos Estados Unidos

 

 


Reprodução Your EDM
A multidão que invadiu a fazenda de 600 acres na cidade de Bethel, no estado de Nova York (EUA) para a primeira edição do festival de música e arte de Woodstock, em 1969.

 

 

Ainda hoje o tie-dye, apesar de já ter sido adotado em diversas coleções por grandes marcas como Salvatore Ferragamo, Stella McCartney, Michael Kors e Chanel, segue associado a pessoas de espírito livre, que prezam a autenticidade e estão em busca de paz. Seja simplesmente ao valorizar o uso de peça única e exclusiva, seja ao fazer da técnica de tingimento sua forma de se expressar e ganhar um meio de subsistência ao abandonar a vida corrida da cidade grande para ter uma vida mais tranquila em comunidades hippies, como a de Alto Paraíso, na Chapada dos Veadeiros (GO).

 

 


Reprodução M de Mulher 
Vestido tie-dye da coleção Michael Kors verão 2017

 


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